Guerrilheiro Virtual

sexta-feira, 9 de maio de 2014

PSDB morre de medo de secar junto com o Cantareira

Autor: Fernando Brito

Não é intriga a notícia de que o PSDB entrou na Justiça para investigar a pesquisa Datapopular, divulgada ontem, em que 70% dos paulistanos culpam o Governo Geraldo Alckmin e a Sabesp pela crise de abastecimento de água em São Paulo.

Está aqui, no site do PSDB paulista, para ninguém achar que é piada o que é realmente uma piada.

Os tucanos paulistas desconfiam que é uma armação do PT.

Como é que uma pesquisa pode registrar isso, se a mídia está toda preocupada com a "falta de luz" federal?

A Sabesp está com um comercial no ar dizendo que a culpa da falta d´água é da natureza, pobre coitada.

Teve seca na Austrália e até na Califórnia, como é que ia deixar de ter seca em São Paulo, este paraíso da modernidade e da capacidade de "gestão"?

Agora, as dificuldades do sistema elétrico, estas, claro, são da falta de capacidade do Governo Federal, certo?

Essa ganha toda a cobertura da mídia.

Embora nessa "crise" tenha uma tonelada de ganância.

Ontem O Globo deu manchete para as distribuidoras de eletricidade, coitadas, "exigindo" providências imediatas do Governo Federal.

No mesmo dia , uma das geradoras privadas – ou melhor, privatizadas pelos tucanos -, a AES-Tietê, anunciou uma alta de 92,7% nos seus lucros líquidos do primeiro trimestre deste ano em relação a 2013, subindo de R$ 185,7 milhões para R$ 357,9 milhões.

O ex-ministro Alexandre Padilha que se cuide.

O PSDB ficou em polvorosa quando ele entrou de sola na questão da água.

E os tucanos vão entrar de sola sobre ele.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

”Sendo este um espaço democrático, os comentários aqui postados são de total responsabilidade dos seus emitentes, não representando necessariamente a opinião de seus editores. Nós, nos reservamos o direito de, dentro das limitações de tempo, resumir ou deletar os comentários que tiverem conteúdo contrário às normas éticas deste blog. Não será tolerado Insulto, difamação ou ataques pessoais. Os editores não se responsabilizam pelo conteúdo dos comentários dos leitores, mas adverte que, textos ofensivos à quem quer que seja, ou que contenham agressão, discriminação, palavrões, ou que de alguma forma incitem a violência, ou transgridam leis e normas vigentes no Brasil, serão excluídos.”