Com a queda da taxa básica de juros SELIC de 9,75% para 9% ao ano, o Banco do Brasil fez uma segunda rodada de cortes nas taxas de juros.
A taxa de juros mínima no crédito consignado para aposentados do INSS que já havia sido reduzido para 0,85% ao mês, caiu para 0,79%.
Eis as novas taxas divulgadas pelo BB:
A taxa de juros mínima no crédito consignado para aposentados do INSS que já havia sido reduzido para 0,85% ao mês, caiu para 0,79%.
Eis as novas taxas divulgadas pelo BB:
Todo cuidado é pouco com banqueiros privados
Depois de resistirem no início e até tentarem sabotar, plantando notas na imprensa de que tal corte seria insustentável e levaria os bancos públicos a terem prejuízos, os bancos privados cederam, quando sentiram a perda acentuada de clientes batendo na porta.
HSBC, Santander, Bradesco e Itaú (o último a aderir) anunciaram também cortes nas taxas para não perderem clientes para os bancos públicos.
Mas todo cuidado é pouco. Estes bancos privados anunciaram cortes significativos em linhas de crédito específicas, para perfis de clientes específicos e um dos motivos é gerar apenas efeito psicológico para desestimular a clientela a procurar outro banco.
Muitas vezes, na hora em que o cliente reclama e fala em trocar de banco, eles oferecem refinanciar dívidas, porém se o cliente não jogar duro, eles oferecem apenas descontos simbólicos nas taxas ou aquém do que os bancos públicos oferecem.
Os cidadãoes brasileiros correntistas não devem se deixar enganar. É preciso comparar o que um banco público oferece, antes de aceitar descontos simbólicos em um banco privado.
E não custa lembrar: quem é de esquerda ou nacionalista ou social-democrata de verdade, deve trocar ou manter suas contas, poupanças e empréstimos em bancos públicos para fortalecer o sistema financeiro sob controle social do povo, através do Estado.
Afinal quem deve ter controle social sobre a moeda? O povo organizado na forma de Estado, ou banqueiros privados, cujo capital é apátrida?
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