Depois de quase 40 anos do regime de Muammar Khadafi, morto em outubro do ano passado, os líbios irão às urnas em eleições livres; mas grupos rebeldes pressionam o governo de transição a cancelar o pleito.
Agência Brasil - Grupos rebeldes fecharam três refinarias de petróleo no leste da Líbia para pressionar o governo de transição a cancelar as eleições marcadas no país amanhã (7), informou Fadlallah Haroun, antigo comandante dos rebeldes líbios. Depois de quase 40 anos do regime de Muammar Khadafi, morto em outubro do ano passado, os líbios irão às urnas em eleições livres.
Segundo Haroun, as refinarias de Ras Sedr, Brega e Sedra foram fechadas. Os rebeldes também bloquearam a principal estrada costeira do país e saquearam gabinetes da comissão de eleições em três cidades com o objetivo de cancelar a votação. Eles alegam que o novo parlamento terá menos de um terço dos deputados oriundos do leste do país.
Cerca de 2,8 milhões de eleitores vão escolher os 200 membros do Congresso Geral Nacional, que será responsável pela formação do novo governo e pela escolha de uma comissão de juristas para redigir um projeto de Constituição.
Durante a campanha eleitoral, três movimentos destacaram-se: o Partido da Justiça e do Desenvolvimento, criado pela Irmandade Muçulmana; o Al Watan, do ex-comandante militar de Trípoli Abdelhakim Belhaj; e a coligação liberal liderada por Mahmud Jibril, líder do Conselho Nacional de Transição (CNT) durante a revolta contra Khadafi.
Com informações da agência pública de notícias de Portugal
Do Brasil247
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