A Procuradora Lea Batista, uma das responsáveis por investigar a quadrilha da jogatina em Goiás, da qual Carlos Cachoeira é acusado de ser um dos líderes, foi ameaçada e passou a contar com proteção policial. Hoje, o ex-cunhado de Cachoeira, Aprigio de Souza, foi preso, sob a acusação de ser o responsável por parte das ameaças. Eis aí mais uma prova de que a "POEIRA NÃO ASSENTOU" e a quadrilha continua atuando e tentando manter seu poder, mesmo com a prisão de alguns integrantes.
PF prende ex-cunhado de Cachoeira em Anápolis
06/07/2012 - 13h38
Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Polícia Federal prendeu hoje (6), em Anápolis (GO), Adriano Aprígio, ex-cunhado do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em Brasília. Ele é suspeito de ter enviado um e-mail para intimidar a procuradora da República, Lea Batista de Oliveira. Em junho, a procuradora recebeu uma primeira mensagem sem identificação dizendo que ela havia sido “dura demais” com os envolvidos no esquema de Cachoeira.
Adriano Aprígio está entre os 80 denunciados pelo Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO) por envolvimento com a rede criminosa de Cachoeira. As investigações, segundo o MPF-GO, indicaram que, no grupo de Cachoeira, ele tinha a atribuição de dissimular os recursos arrecadados com a prática criminosa.
De acordo com informações do Ministério Público, no dia 23 de junho, a procuradora da República Lea Batista recebeu outro e-mail com ameaças a ela e a sua família.
Edição: Talita Cavalcante
06/07/2012 - 13h38
Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Polícia Federal prendeu hoje (6), em Anápolis (GO), Adriano Aprígio, ex-cunhado do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em Brasília. Ele é suspeito de ter enviado um e-mail para intimidar a procuradora da República, Lea Batista de Oliveira. Em junho, a procuradora recebeu uma primeira mensagem sem identificação dizendo que ela havia sido “dura demais” com os envolvidos no esquema de Cachoeira.
Adriano Aprígio está entre os 80 denunciados pelo Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO) por envolvimento com a rede criminosa de Cachoeira. As investigações, segundo o MPF-GO, indicaram que, no grupo de Cachoeira, ele tinha a atribuição de dissimular os recursos arrecadados com a prática criminosa.
De acordo com informações do Ministério Público, no dia 23 de junho, a procuradora da República Lea Batista recebeu outro e-mail com ameaças a ela e a sua família.
Edição: Talita Cavalcante

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