Governador de São Paulo, que
concorreu em 2006 e perdeu, se coloca como alternativa ao senador
mineiro no PSDB; ele defendeu um processo aberto, com prévias entre os
filiados.
247 – Pela primeira vez, desde a sua
tentativa frustrada de chegar à presidência da República, em 2006, o
governador Geraldo Alckmin, de São Paulo, voltou a se colocar como uma
alternativa do PSDB, à sucessão presidencial, em 2014. Até agora, o
senador mineiro Aécio Neves vinha correndo sozinho na avenida tucana.
“Eu vejo com simpatia, com boa possibilidade para a eleição
presidencial”, disse o governador paulista ao jornalista Fernando
Rodrigues, da Folha de S. Paulo, referindo-se à inclusão do seu nome no
rol dos presidenciáveis.
O cenário com o qual o PSDB vinha trabalhando previa a eleição de
José Serra como prefeito de São Paulo, onde permaneceria por quatro
anos, e a cessão da vez ao senador mineiro. No entanto, Aécio não tem
conseguido empolgar e também enfrenta resistências no PSDB de São Paulo.
De todo modo, qualquer que seja o quadro, qualquer candidato tucano
terá que se deparar com um amplo favoritismo petista. Uma pesquisa
recente da Confederação Nacional do Transporte apontou que Luiz Inácio
Lula da Silva teria 69% dos votos, se concorresse à presidência em 2014,
enquanto Dilma Rousseff largaria com 59%. Nos dois cenários, Aécio
teria pouco mais de 10%.
Ao falar sobre sua indicação como presidenciável, Alckmin citou o
nome do ex-presidente Rodrigues Alves, que governou entre 1902 e 1906 e
com quem ele se identifica. Ele mencionou ainda os nomes dos
governadores do Paraná e de Minas Gerais. “Ou nós trazemos o quadro do
Rodrigues Alves, ou nós temos aí o Beto Richa ou o professor Anastasia”,
disse Alckmin, falando sobre um quadro em que Aécio não se viabilizaria
internamente.
Brasil247
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