A Folha desenha o Brasil numa pocilga. Seus impasses e seus políticos parecem porcas prenhas.
A Folha (*) se excedeu:
Publica neste domingo uma história em quadrinhos para contar o mensalão.
É a redução do problema a uma historieta infantil, para qualquer idiota entender.
Mas, não é assim tão infantil, inocente, à la Hans Christian Andersen.
É uma sujeira.
Exala mau cheiro.
Uma espécie de “Al Capone para Crianças”, editado pela Abril Educação.
O preto, os rostos deformados e satanizados.
A omissão do contexto.
Simplificar para deformar.
A vilanização do Lula, do Dirceu e do PT.
A glorificação do herói da Renata Lo Prete (quando ela vai devolver o Prêmio ?), o Thomas Jefferson.
O bandido e o mocinho.
A Folha desenha o Brasil numa pocilga.
Seus impasses e seus políticos parecem porcas prenhas.
Como se o Brasil fosse a Folha.
Uma porcaria.
Assim, literalmente: porca-ria.
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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