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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Roussef assiste ao encerramento da marcha de trabalhadoras rurais

miércoles, 17 de agosto de 2011
17 de agosto de 2011, 07:51Brasília, 17 ago (Prensa Latina) A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, assistirá nesta tarde ao encerramento da quarta Marcha das Margaridas, uma estratégia das trabalhadoras rurais e florestais para reivindicar seus direitos.

  Na manhã, as dezenas de milhares das mulheres, concentradas desde segunda-feira no Parque da Cidade, realizarão uma caminhada até a Esplanada dos Ministérios para conquistar visibilidade, reconhecimento social, político e cidadania plena.

Sob o lema de Desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade, as organizadoras da manifestação esperam reunir nessa zona da capital a 70 mil operárias agrícolas e da floresta de todas as regiões deste imenso país sul-americano.

Em frente ao Congresso Nacional, as mulheres protestarão contras as desigualdades sociais, denunciarão todas as formas de violência, exploração e dominação e solicitarão avançar na construção da igualdade de gênero.

Assim, será lida a carta de reivindicações entregue em 13 de julho passado no Palácio de Planalto.

O documento recolhe os eixos da plataforma política do movimento feminino, a dizer, biodiversidade, terra, água e agroecologia; soberania e segurança alimentária; autonomia econômica, saúde pública e direitos reprodutivos; educação não sexista e democracia; e democracia, poder e participação política.

A Marcha é necessária para garantir os direitos das mulheres, principalmente das que laboram no campo e a floresta brasileira, afirmou à imprensa local Rosângela Ferreira, uma das organizadoras da caminhada, que também demandará o fim de todas as formas de discriminação e violência contra as mulheres.

Este tipo de ação é realizada a cada quatro anos e sempre no mês de agosto como homenagem à líder sindical Margarida Alves, assassinada por ordem de proprietários de centrais açucareiros em 12 de agosto de 1983, no município de Alagoa Grande, no estado de Paraíba.

A assessoria de imprensa da presidência brasileira confirmou a assistência da mandatária ao ato clausura que se realizará no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.

Realizada também em 2000, 2003 e 2007, graças à Marcha das Margaridas as trabalhadoras rurais brasileiras têm conseguido entre outras reivindicações a aposentação aos 55 anos, a emissão de documentos das mulheres que não conseguiam acesso a políticas públicas como Bolsa Família, e a titulação na divisão da reforma agrária em nome das mulheres.

Brasília, 17 ago (Prensa Latina) A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, assistirá nesta tarde ao encerramento da quarta Marcha das Margaridas, uma estratégia das trabalhadoras rurais e florestais para reivindicar seus direitos.

  Na manhã, as dezenas de milhares das mulheres, concentradas desde segunda-feira no Parque da Cidade, realizarão uma caminhada até a Esplanada dos Ministérios para conquistar visibilidade, reconhecimento social, político e cidadania plena.

Sob o lema de Desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade, as organizadoras da manifestação esperam reunir nessa zona da capital a 70 mil operárias agrícolas e da floresta de todas as regiões deste imenso país sul-americano.

Em frente ao Congresso Nacional, as mulheres protestarão contras as desigualdades sociais, denunciarão todas as formas de violência, exploração e dominação e solicitarão avançar na construção da igualdade de gênero.

Assim, será lida a carta de reivindicações entregue em 13 de julho passado no Palácio de Planalto.

O documento recolhe os eixos da plataforma política do movimento feminino, a dizer, biodiversidade, terra, água e agroecologia; soberania e segurança alimentária; autonomia econômica, saúde pública e direitos reprodutivos; educação não sexista e democracia; e democracia, poder e participação política.

A Marcha é necessária para garantir os direitos das mulheres, principalmente das que laboram no campo e a floresta brasileira, afirmou à imprensa local Rosângela Ferreira, uma das organizadoras da caminhada, que também demandará o fim de todas as formas de discriminação e violência contra as mulheres.

Este tipo de ação é realizada a cada quatro anos e sempre no mês de agosto como homenagem à líder sindical Margarida Alves, assassinada por ordem de proprietários de centrais açucareiros em 12 de agosto de 1983, no município de Alagoa Grande, no estado de Paraíba.

A assessoria de imprensa da presidência brasileira confirmou a assistência da mandatária ao ato clausura que se realizará no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.

Realizada também em 2000, 2003 e 2007, graças à Marcha das Margaridas as trabalhadoras rurais brasileiras têm conseguido entre outras reivindicações a aposentação aos 55 anos, a emissão de documentos das mulheres que não conseguiam acesso a políticas públicas como Bolsa Família, e a titulação na divisão da reforma agrária em nome das mulheres.
Fonte: Prensa Latina

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