Os EUA iniciaram uma campanha diplomática contra a busca do reconhecimento do Estado palestino perante a ONU, conforme informou neste domingo (04/09) o jornal norte-americano New York Times.
De acordo com as informações, o governo do presidente Barack Obama fez circular no meio diplomático uma proposta para novas negociações de paz entre israelenses e palestinos.
o objetivo, segundo o New York Times, seria persuadir os palestinos a abandonarem sua busca pelo reconhecimento do Estado palestino durante a Assembleia Geral da ONU, que será realizada no próximo dia 20 em Nova York.
Citando autoridades de alto escalão do governo dos EUA e diplomatas estrangeiros, todos no anonimato, o jornal afirma que Washington arquitetou a campanha de última hora, já que se deu conta de que não possui o apoio suficiente para bloquear a iniciativa na Assembleia Geral.
Se aprovado, o reconhecimento da Palestina como um Estado legítimo poderia elevar o estatuto da missão palestina de "entidade" observadora sem direito a voto a Estado observador sem direito a voto.
Além disso, a mudança possibilitaria os palestinos de acessar as agências e convenções da ONU, o que permitiria atitudes como a denúncia de Israel diante do Tribunal Penal Internacional de Haia.
Desde que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, anunciou a solicitação do reconhecimento perante o órgão, os EUA declararam que vetará a proposta no Conselho de Segurança. Isso porque, segundo a Casa Branca, os palestinos conseguirão um Estado legítimo apenas por meio de negociações diretas de paz.
Israel, por sua vez, se opõe totalmente à demanda palestina. Em relação as negociações de paz, há cerca de um ano a construção de assentamentos judaicos em territórios palestinos ocupados tem impossibilitado o diálogo.
Apoio
Na semana passada, a chefe do Comitê de Assuntos Estrangeiros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, a republicana Ileana Ros-Lehtinen fez um apelo no Congresso norte-americano que apoiem o reconhecimento do Estado da Palestina na ONU.
A deputada pediu ainda que os EUA bloqueiem os fundos destinados a qualquer país e a qualquer entidade da ONU, que para ela é uma entidade "contaminada por escândalos, má administração e inação".
De acordo com as informações, o governo do presidente Barack Obama fez circular no meio diplomático uma proposta para novas negociações de paz entre israelenses e palestinos.
o objetivo, segundo o New York Times, seria persuadir os palestinos a abandonarem sua busca pelo reconhecimento do Estado palestino durante a Assembleia Geral da ONU, que será realizada no próximo dia 20 em Nova York.
Citando autoridades de alto escalão do governo dos EUA e diplomatas estrangeiros, todos no anonimato, o jornal afirma que Washington arquitetou a campanha de última hora, já que se deu conta de que não possui o apoio suficiente para bloquear a iniciativa na Assembleia Geral.
Se aprovado, o reconhecimento da Palestina como um Estado legítimo poderia elevar o estatuto da missão palestina de "entidade" observadora sem direito a voto a Estado observador sem direito a voto.
Além disso, a mudança possibilitaria os palestinos de acessar as agências e convenções da ONU, o que permitiria atitudes como a denúncia de Israel diante do Tribunal Penal Internacional de Haia.
Desde que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, anunciou a solicitação do reconhecimento perante o órgão, os EUA declararam que vetará a proposta no Conselho de Segurança. Isso porque, segundo a Casa Branca, os palestinos conseguirão um Estado legítimo apenas por meio de negociações diretas de paz.
Israel, por sua vez, se opõe totalmente à demanda palestina. Em relação as negociações de paz, há cerca de um ano a construção de assentamentos judaicos em territórios palestinos ocupados tem impossibilitado o diálogo.
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Na semana passada, a chefe do Comitê de Assuntos Estrangeiros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, a republicana Ileana Ros-Lehtinen fez um apelo no Congresso norte-americano que apoiem o reconhecimento do Estado da Palestina na ONU.
A deputada pediu ainda que os EUA bloqueiem os fundos destinados a qualquer país e a qualquer entidade da ONU, que para ela é uma entidade "contaminada por escândalos, má administração e inação".
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