O post revela com propriedade a razão (ou pelo menos parte dela) da chiadeira da grande mídia empresarial com a decisão do COPOM de reduzir em meio ponto os juros básicos (SELIC). O PIG, que antes acusava Dilma pela alta dos juros, passou a criticá-la pela baixa. Como dizia Leonel Brizola: - são os interesses... (com as vogais “e” bem abertas). (*) PIG: Partido da Imprensa Golpista
PILANTRAGEM INACREDITÁVEL DA MÍDIA: MERCADO QUER INTERFERIR NOS JUROS EM BENEFÍCIO PRÓPRIO E O POVO QUE SE EXPLODA
É inacreditável a matéria publicada pela Folha de S.Paulo. A reportagem é uma confissão da atuação criminosa e sem auto-crítica da própria imprensa.
Depois da cobertura jornalística com uma avalanche de críticas do mercado sobre a redução dos juros da taxa Selic na última reunião do Copom, a reportagem da Folha confessa que mídia fez lobby para especuladores.
Só para lembrar, na cobertura da imprensa desta semana, o governo (legitimamente eleito pelo povo) estava sendo acusado de interferir nos juros da economia (que ele, governo, administra e é responsável). Pasmem!!!
A cobertura da mídia mostrou que quem deveria decidir sobre os juros é o Copom, baseado nas análises do mercado. (Veja: Auguste Comte é o patrono da Imprensa brasileira).
Agora a Folha deu a explicação. O corte nos juros espalhou perdas no mercado. Ou seja, a definição dos juros pelo mercado só beneficia o próprio mercado. Como consequência, a população e a democracia que se danem. Essa é a cobertura da mídia brasileira, em defesa desse mercado e contra os brasileiros e a legalidade da democracia. A mídia precisa melhorar muito para ficar ruim.
Atualmente é um desastre. Arg!!!
Veja abaixo a confissão da desonestidade com a população brasileira:
Corte no juro espalha perda no mercado
O corte inesperado de 0,5 ponto nos juros do governo, que só uma minoria no mercado antecipava, trouxe prejuízos a empresas de crédito, bancos, redes varejistas, seguradoras, fundos de pensão e demais companhias que precisam gerenciar o dinheiro próprio e dos clientes, informa reportagem de Toni Sciarretta para a Folha.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
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