Confusão, ansiedade e uma certa fadiga são os resultados principais de dez anos de políticas que cultivaram o medo, uma das consequências mais visíveis dos atentados de 11 de Setembro na sociedade americana.
Visto como maior preocupação de quase metade dos americanos após os atentados, em 2001, o risco de um ataque terrorista não é prioridade hoje nem para 1% deles, indicam pesquisas.
Mas, embora o movimento seja natural, dado o distanciamento histórico e a ascensão de problemas mais urgentes como a crise econômica, ele abriu cicatrizes resistentes: 36% temem ser vítimas de um futuro ataque.
Para especialistas, esse clima de medo constante, mesmo subjacente, pode ser lido como trunfo do terrorismo.
"Os americanos se tornaram mais passivos por conta de promessas irrealistas do governo", disse à Folha Brian Michael Jensen, historiador e veterano do Vietnã, que serviu no governo Bill Clinton (1993-2001) e que hoje atua na consultoria de segurança Rand. "Tentamos abolir o risco de nossa sociedade por completo", diz o especialista, que costuma ser consultado pelo Congresso americano. "Isso é impossível."
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| Vista do World Trade Center, que se prepara para lembrar os dez anos do ataque às torres |
Nota desse blogueiro: A manutenção da farsa do 11 de Setembro justifica os bilhões de dólares gastos com a suposta segurança do mundo contra o terrorismo em detrimento do lucro dos imperialistas americanos.
Com isso convencem a maioria das pessoas de que o terrorismo de estado são ações humanitárias.
Com esta filosofia, cometem latrogenocidio contra os paises indefesos para usurpar as suas riquezas, como é o caso do Iraque, agora Líbia, pesteriormente Síria, Irã e por ai vai.

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