Na véspera do 7 de Setembro, aquela data que o FHC considera uma “palhaçada”, a Presidenta Dilma Roussef fez um pronunciamento de 10 minutos em rede nacional.
Ela estava firme, segura e convincente.
Prometeu proteger o produtor e o emprego da crise internacional.
Abrir a porta da escola ao pobre.
Manter a faxina e o combate ao mal feito.
E fortalecer o mercado interno, que é a maior arma do Brasil para enfrentar a crise.
Veio a seguir, o jornal nacional que desmentiu o prunciamento presidencial: demonstrou de forma inequívoca, como o faria a Urubóloga, que o Brasil será tragado pelo dragão da inflação e os velhinhos pelo super endividamento no crédito consignado.
Esse Ali Kamel…
Paulo Henrique Amorim
Na véspera do 7 de Setembro, aquela data que o FHC considera uma “palhaçada”, a Presidenta Dilma Roussef fez um pronunciamento de 10 minutos em rede nacional.
Ela estava firme, segura e convincente.
Prometeu proteger o produtor e o emprego da crise internacional.
Abrir a porta da escola ao pobre.
Manter a faxina e o combate ao mal feito.
E fortalecer o mercado interno, que é a maior arma do Brasil para enfrentar a crise.
Veio a seguir, o jornal nacional que desmentiu o prunciamento presidencial: demonstrou de forma inequívoca, como o faria a Urubóloga, que o Brasil será tragado pelo dragão da inflação e os velhinhos pelo super endividamento no crédito consignado.
Esse Ali Kamel…
Paulo Henrique Amorim
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