Saiu no Estadão, pág. A8:
“Ações contra juízes param nos tribunais”
Relatórios da Corregedoria Nacional de Justiça revelam “pilhas” de processos esquecidos.
Diz a reportagem de Felipe Redondo, a certa altura:
“Uma simples investigação contra um magistrado ficou quatro (!!!) anos parada no Tribunal de Justiça de Tocantins. Mais grave: o Corregedor do tribunal, Liberato Povoa, foi afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça, por suspeita de participar de suposto esquema de venda de sentenças… “
Viva o Brasil !
“Ações contra juízes param nos tribunais”
Relatórios da Corregedoria Nacional de Justiça revelam “pilhas” de processos esquecidos.
Diz a reportagem de Felipe Redondo, a certa altura:
“Uma simples investigação contra um magistrado ficou quatro (!!!) anos parada no Tribunal de Justiça de Tocantins. Mais grave: o Corregedor do tribunal, Liberato Povoa, foi afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça, por suspeita de participar de suposto esquema de venda de sentenças… “
Viva o Brasil !
O presidente do Supremo Cezar Peluso, volta a dar entrevista.
Numa entrevista à Folha (*), ele pareceu ambíguo, tautológico.
Não se sabia ao certo se ele concordava com a ideia de o CNJ investigar a corrupção mesmo que o Tribunal de Justiça estadual não tenha investigado.
Uma hora ele dizia que sim, noutra, não.
Nesta segunda feira, no Valor, na pág. A14, o pensamento dele fica mais claro.
Ele não quer mesmo que o CNJ investigue juízes.
Quer que o CNJ investigue os Corregedores e os Tribunais.
Vai ser uma beleza !
Como este ansioso blogueiro já demonstrou, o Poder Judiciário brasileiro é tão transparente quanto o Vaticano.
Assim, Peluso seria o Papa.
Se um pai ou mãe denunciasse que um padre Amaro é um pedófilo, o Papa (Peluso) mandava o Cardeal Ratzinger investigar, primeiro, a Arquidiocese.
Depois, o Arcebispo.
Enquanto se desenrolava o interminável processo investigatório, o padre Amaro continuava lá, na paróquia longínqua, a cometer o crime da pedofilia.
Quando Ratzinger chegasse, finalmente, ao pedófilo aconteceria o que se passou com aquele notável cardeal americano, Lawrence Murphy.
Ao longo das décadas de 50 e 60 do século passado, ele abusou de 200 meninos surdos no Kentucky.
Os Papas João Paulo II e Bento XVI não o puniram.
Alguns acham que o papel dos Papas, na verdade, foi o de acobertar.
A tarefa de denunciar o pedófilo coube ao jornal New York Times.
Em tempo:
Segundo, a Folha (*), na página A4, em represália ao pleito corporativista de Cezar Peluzo, a Presidenta Dilma Rousseff prepara projeto para limitar super-salários.
Hoje, o limite equivale à remuneração do Ministro do STF.
E o presidente do STF quer aumento.
O que provocará a realimentação da inflação, que o Plano Real eliminou.
Ele diz que não está preocupado com o próprio salário, mas com o dos servidores da Justiça.
Viva o Brasil !
Em tempo 2: amigo navegante, perceba a recente sequência de presidentes do STF: Ellen Gracie, Gilmar Dantas (**) e Peluso. E ainda dizem que Deus é brasileiro !
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(**) Clique aqui para ver como um eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
”Sendo este um espaço democrático, os comentários aqui postados são de total responsabilidade dos seus emitentes, não representando necessariamente a opinião de seus editores. Nós, nos reservamos o direito de, dentro das limitações de tempo, resumir ou deletar os comentários que tiverem conteúdo contrário às normas éticas deste blog. Não será tolerado Insulto, difamação ou ataques pessoais. Os editores não se responsabilizam pelo conteúdo dos comentários dos leitores, mas adverte que, textos ofensivos à quem quer que seja, ou que contenham agressão, discriminação, palavrões, ou que de alguma forma incitem a violência, ou transgridam leis e normas vigentes no Brasil, serão excluídos.”