Na última sexta-feiraa (22), a Unasul emitiu um comunicado no encerramento da missão de chanceleres chefiada pelo ministro brasileiro das Relações Exteriores, Antonio Patriota ao Paraguai a vim de tentar impedir a destituição de Fernando Lugo.
Na nota, a Unasul esclarece que os chanceleres mantiveram contato com Fernando Lugo, ainda na presidência da República, o então vice-presidente, Federico Franco, com dirigentes políticos de diversos partidos e com autoridades legislativas, “de quem lamentavelmente não obtiveram respostas favoráveis às garantias processuais e democráticas que lhes foram solicitadas”.
Os chanceleres reafirmaram ser “imprescindível o pleno respeito das cláusulas democráticas do Mercosul, da Unasul e da Celac” e consideraram as ações em curso no Paraguai passíveis de enquadramento nos artigos 1.º, 5.º e 6.º do Protocolo Adicional ao Tratado Constitutivo da Unasul sobre Compromisso com a Democracia, “configurando uma ameaça de ruptura à ordem democrática, ao não respeitar o devido processo legal”, conforme o comunicado.
A nota da Unasul levanta a hipótese de retirar o Paraguai da Unasul: “Os governos da Unasul avaliarão em que medida será possível continuar a cooperação no marco da integração sul-americana”, afirma a nota dos chanceleres.
A missão de chanceleres reafirmou “total solidariedade ao povo paraguaio e o respaldo ao presidente constitucional Fernando Lugo”.
Da redação do Vermelho, com informações do Ministério das relações Exteriores do Brasil
Link:
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=186712&id_secao=7
Na nota, a Unasul esclarece que os chanceleres mantiveram contato com Fernando Lugo, ainda na presidência da República, o então vice-presidente, Federico Franco, com dirigentes políticos de diversos partidos e com autoridades legislativas, “de quem lamentavelmente não obtiveram respostas favoráveis às garantias processuais e democráticas que lhes foram solicitadas”.
Os chanceleres reafirmaram ser “imprescindível o pleno respeito das cláusulas democráticas do Mercosul, da Unasul e da Celac” e consideraram as ações em curso no Paraguai passíveis de enquadramento nos artigos 1.º, 5.º e 6.º do Protocolo Adicional ao Tratado Constitutivo da Unasul sobre Compromisso com a Democracia, “configurando uma ameaça de ruptura à ordem democrática, ao não respeitar o devido processo legal”, conforme o comunicado.
A nota da Unasul levanta a hipótese de retirar o Paraguai da Unasul: “Os governos da Unasul avaliarão em que medida será possível continuar a cooperação no marco da integração sul-americana”, afirma a nota dos chanceleres.
A missão de chanceleres reafirmou “total solidariedade ao povo paraguaio e o respaldo ao presidente constitucional Fernando Lugo”.
Da redação do Vermelho, com informações do Ministério das relações Exteriores do Brasil
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