No contexto da entrada da Venezuela no Mercosul, ato oficializado
nesta terça-feira (31) em Brasília, os presidentes Hugo Chávez
(Venezuela) e Cristina Kirchner (Argentina) firmaram um convênio de
aliança entre as petroleiras PDVSA e YPF. O documento foi assinado em
evento na embaixada da Argentina.
Por Vanessa Silva, de Brasília
EFE
Hugo Chávez e Cristina Kirchner com os documentos que ratificam a aliança estratégica entre YPF e PDVSA
Com o acordo, as empresas vão aumentar e fortalecer os níveis de
cooperação em todos os âmbitos. Segundo o documento, o convênio deve
permitir “associações entre as empresas estatais das duas nações para a
otimização dos projetos que já estão em andamento nos dois países, e o
desenvolvimento de novos projetos, através da elaboração de um plano
estratégico de cooperação energética”.
Dessa forma, a argentina YPF vai atuar na exploração de petróleo na Faixa de Orinoco (no Leste venezuelano) e a venezuelana PDVSA vai entrar nos campos de exploração em território argentino. As duas empresas poderão pleitear financiamento conjunto para execução dos projetos. Outro ponto acordado é que a PDVSA vai participar de projetos de expansão e transferência de tecnologia para a equivalente argentina.
Para o presidente Chávez, “a PDVSA poder investir para aumentar a produção de petróleo da Argentina é maravilhoso; e que a YPF possa ir ao Vale do Orinoco para aumentar a produção de petróleo na Venezuela também é maravilhoso” ele pontuou ainda que isso faz parte do interesse compartilhado entre os países.
De acordo com o venezuelano, “para nós é de grande interesse que a PDVSA, em função do que firmamos agora com Cristina, amplie seus investimentos na Argentina na produção de petróleo porque é uma política nossa de crescimento da indústria petroleira”.
Integração
Mais cedo, ele pontuou que a decisão vem em hora oportuna em função da “defesa da soberania da República Argentina” De acordo com o comandante, “apenas unidos sairemos definitivamente independente, livres e grandes. Teremos o poder suficiente na política e o poder de nos colocar na altura que merece nosso povo, do compromisso de gigantes que foram Bolívar e San Martín. E concluiu: “trabalhemos duro, porque se trata de construir agora sim a pátria grande”.
Em sua fala, Cristina também evidenciou o caráter integracionista da medida adotada entre os governos. “Realmente é um passo a mais para a integração, que nasceu não da necessidade econômica, mas das particularidades da integração da América do Sul por meio da Unasu, Mercosul, que hoje sai fortalecido com a entrada da Venezuela”.
A presidenta aproveitou ainda para ressaltar as críticas ao capital financeiro, responsável, segundo ela, pela crise econômica mundial: “o poder mais importante é aquele que não participa de eleições, [o poder] das grandes corporações, dos conglomerados comunicacionais, conglomerados financeiros que assolam as economias mundiais. Esse poder que ninguém elege, ninguém controla, ninguém vota e, no entanto, julga a todos nós, governantes eleitos por milhões”.
Dessa forma, a argentina YPF vai atuar na exploração de petróleo na Faixa de Orinoco (no Leste venezuelano) e a venezuelana PDVSA vai entrar nos campos de exploração em território argentino. As duas empresas poderão pleitear financiamento conjunto para execução dos projetos. Outro ponto acordado é que a PDVSA vai participar de projetos de expansão e transferência de tecnologia para a equivalente argentina.
Para o presidente Chávez, “a PDVSA poder investir para aumentar a produção de petróleo da Argentina é maravilhoso; e que a YPF possa ir ao Vale do Orinoco para aumentar a produção de petróleo na Venezuela também é maravilhoso” ele pontuou ainda que isso faz parte do interesse compartilhado entre os países.
De acordo com o venezuelano, “para nós é de grande interesse que a PDVSA, em função do que firmamos agora com Cristina, amplie seus investimentos na Argentina na produção de petróleo porque é uma política nossa de crescimento da indústria petroleira”.
Integração
Mais cedo, ele pontuou que a decisão vem em hora oportuna em função da “defesa da soberania da República Argentina” De acordo com o comandante, “apenas unidos sairemos definitivamente independente, livres e grandes. Teremos o poder suficiente na política e o poder de nos colocar na altura que merece nosso povo, do compromisso de gigantes que foram Bolívar e San Martín. E concluiu: “trabalhemos duro, porque se trata de construir agora sim a pátria grande”.
Em sua fala, Cristina também evidenciou o caráter integracionista da medida adotada entre os governos. “Realmente é um passo a mais para a integração, que nasceu não da necessidade econômica, mas das particularidades da integração da América do Sul por meio da Unasu, Mercosul, que hoje sai fortalecido com a entrada da Venezuela”.
A presidenta aproveitou ainda para ressaltar as críticas ao capital financeiro, responsável, segundo ela, pela crise econômica mundial: “o poder mais importante é aquele que não participa de eleições, [o poder] das grandes corporações, dos conglomerados comunicacionais, conglomerados financeiros que assolam as economias mundiais. Esse poder que ninguém elege, ninguém controla, ninguém vota e, no entanto, julga a todos nós, governantes eleitos por milhões”.
Do Vermelho
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