O excelente ministro da Educação Fernando Haddad tem a mania de ver o pobre na faculdade.
E sai por aí a abrir universidades e escolas técnicas e, por isso, sofrerá, para sempre, o preconceito que a elite expressa no PiG (*).
O ENEM, como se sabe, é a banda larga para o pobre entrar na universidade.
Permite que o estudante do interior do Amapá concorra, em teoria, em igualdade de condições com o morador dos Jardins de São Paulo.
É um instrumento de ascensão social tão poderoso que o então governador (sic) de São Paulo, Padim Pade Cerra (**), com a invariável ajuda do PiG (*), boicotou o ENEM nas universidades estaduais de São Paulo.
O ENEM de 2010 é um sucesso inquestionável.
O Ministro Haddad o divulgará nesta segunda feira.
O total de inscritos aumentou: de 4,2 milhões em 2009 para 4,6 milhões.
O resultado mostra que o desempenho dos alunos melhorou.
Nas quatro provas objetivas, a nota média passou de 502 para 511.
Nas provas de ciências da natureza e ciências humanas, foi de 502 para 512.
Na matemática e língua portuguesa, pulou de 500 para 510.
Em redação, foi de 585 para 596, embora a comparação entre os dois anos seja mais complicada.
O estudante brasileiro melhorou, não é isso, amigo navegante ?
Não !
O pobre continua a ser um parvo !
Esse, coitado, que estuda em escola pública, aproxima-se da idiotia.
Bom mesmo é o filho de rico !
Que estuda em escolas pagas !
Esse é que é o bão !
O da elite !
Que outra interpretação se pode extrair dos títulos de jornais do PiG (*) nesta segunda feira ?
A Folha (***), líder da elite do “new money” em São Paulo traz a manchete: “rede pública perde espaço entre melhores do ENEM”.
Bem feito !
Quem manda estudar em escola gratuita !
Melhor seria fechar todas as escolas públicas – não servem para nada !
O Globo, da categoria “newest money” da elite brasileira, tem na primeira página título alarmante: “ENEM reprova (sic) ensino das escolas públicas – no Rio, o índice também foi alarmante: 76% das escolas públicas não alcançaram a média nacional”.
O Estadão representa em São Paulo o “old Money”, ou o que dele restou, é mais precavido:
“Em um ano, nota média do ENEM cai em 68% das escolas de elite em São Paulo.”
“Colégios afirmam que seus melhores alunos não se inscrevem no exame, porque USP e Unicamp não utilizam a nota no vestibular.”
Como observado, isso faz parte do programa separatista da elite de São Paulo, expresso no governo do Padim Pade Cerra.
O Brasil inteiro faz ENEM, menos as universidades do Estado de São Paulo.
“Rio e Minas, estados com universidades federais que usam o ENEM, têm boas notas”, diz o Estadão.
De novo, o PiG parece um pouco perplexo diante do avanço inexorável do ENEM.
É possível que o aumento significativo do número de inscritos seja, em parte, responsável pela queda da nota das escolas públicas.
Mas, e daí ?
O que significa o resultado das escolas pública num ano ?
O que interessa é que o ENEM amplia o papel de banda larga para a entrada do pobre na universidade (menos na São Paulo do Cerra).
Inclusive nas escolas pagas, onde o número de alunos do ProUni se aproxima de um milhão.
É um horror !
A elite está cercada de estudante pobre de todos os lados.
Por isso, esse preconceito furioso.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Conseguirá o Padim viver sem os arapongas que o Alckmin demitiu e o Amaury vai descrever no livro que está na gráfica ?
(***) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
E sai por aí a abrir universidades e escolas técnicas e, por isso, sofrerá, para sempre, o preconceito que a elite expressa no PiG (*).
O ENEM, como se sabe, é a banda larga para o pobre entrar na universidade.
Permite que o estudante do interior do Amapá concorra, em teoria, em igualdade de condições com o morador dos Jardins de São Paulo.
É um instrumento de ascensão social tão poderoso que o então governador (sic) de São Paulo, Padim Pade Cerra (**), com a invariável ajuda do PiG (*), boicotou o ENEM nas universidades estaduais de São Paulo.
O ENEM de 2010 é um sucesso inquestionável.
O Ministro Haddad o divulgará nesta segunda feira.
O total de inscritos aumentou: de 4,2 milhões em 2009 para 4,6 milhões.
O resultado mostra que o desempenho dos alunos melhorou.
Nas quatro provas objetivas, a nota média passou de 502 para 511.
Nas provas de ciências da natureza e ciências humanas, foi de 502 para 512.
Na matemática e língua portuguesa, pulou de 500 para 510.
Em redação, foi de 585 para 596, embora a comparação entre os dois anos seja mais complicada.
O estudante brasileiro melhorou, não é isso, amigo navegante ?
Não !
O pobre continua a ser um parvo !
Esse, coitado, que estuda em escola pública, aproxima-se da idiotia.
Bom mesmo é o filho de rico !
Que estuda em escolas pagas !
Esse é que é o bão !
O da elite !
Que outra interpretação se pode extrair dos títulos de jornais do PiG (*) nesta segunda feira ?
A Folha (***), líder da elite do “new money” em São Paulo traz a manchete: “rede pública perde espaço entre melhores do ENEM”.
Bem feito !
Quem manda estudar em escola gratuita !
Melhor seria fechar todas as escolas públicas – não servem para nada !
O Globo, da categoria “newest money” da elite brasileira, tem na primeira página título alarmante: “ENEM reprova (sic) ensino das escolas públicas – no Rio, o índice também foi alarmante: 76% das escolas públicas não alcançaram a média nacional”.
O Estadão representa em São Paulo o “old Money”, ou o que dele restou, é mais precavido:
“Em um ano, nota média do ENEM cai em 68% das escolas de elite em São Paulo.”
“Colégios afirmam que seus melhores alunos não se inscrevem no exame, porque USP e Unicamp não utilizam a nota no vestibular.”
Como observado, isso faz parte do programa separatista da elite de São Paulo, expresso no governo do Padim Pade Cerra.
O Brasil inteiro faz ENEM, menos as universidades do Estado de São Paulo.
“Rio e Minas, estados com universidades federais que usam o ENEM, têm boas notas”, diz o Estadão.
De novo, o PiG parece um pouco perplexo diante do avanço inexorável do ENEM.
É possível que o aumento significativo do número de inscritos seja, em parte, responsável pela queda da nota das escolas públicas.
Mas, e daí ?
O que significa o resultado das escolas pública num ano ?
O que interessa é que o ENEM amplia o papel de banda larga para a entrada do pobre na universidade (menos na São Paulo do Cerra).
Inclusive nas escolas pagas, onde o número de alunos do ProUni se aproxima de um milhão.
É um horror !
A elite está cercada de estudante pobre de todos os lados.
Por isso, esse preconceito furioso.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Conseguirá o Padim viver sem os arapongas que o Alckmin demitiu e o Amaury vai descrever no livro que está na gráfica ?
(***) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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