Veja só como são as coisas. O PSB, de Eduardo traição Campos, passou quatro anos como vice-prefeito da Cidade do Recife e Eduardo Campos nunca criticou o PT, nunca criticou João da Costa.
Agora, justificando que quer lançar o modo Eduardo de governar(leia-se: privatização), João da Costa não presta.Ora, se João da Costa não prestava por que o PSB não rompeu com ele ( João da Costa) logo no seu primeiro ano de mandato? O PSB ia para a oposição e pronto! Simples assim.
Ficaria muito mais honesto o rompimento no início do governo.Nessa altura do campeonato isso cheira a oportunismo e traição baixa.
Vai ser difícil para Eduardo Campos convencer a classe média (falo a média, pois a classe baixa vota fechada no PT, tendo em vista o governo de inclusão social levado a efeito por João Paulo e João da Costa)) recifense que não teve nada a ver com o governo João da Gosta.
De outro lado, Jarbas Vasconcelos, na eleição de João Paulo acusava este de não ter experiência administrativa, mesmo João Paulo já tendo exercido antes da eleição majoritária vários cargos no Legislativo (vereador, deputado estadual.
Jarbas dizia a mesma coisa com João da Costa.Pior: o acusava de poste.Assim como acusou Dilma.
Agora, na maior cara-de-pau, diz que Geraldo Júlio, o candidato da Frente de Direita, é o mais experiente e o mais preparado para governar o Recife, mesmo sem esse cidadão ter exercido nem sequer cargo de síndico de condomínio.
São esses tipos de incoerências que não há explicações. De uma coisa estou certo:se Dilma, com essa alta popularidade, pedir voto para Humberto Costa, se Lula, o grande administrador de Pernambuco no governo tampão Eduardo Campos, pedir também voto para Humberto Costa não vai ter para ninguém, só vai dar o PT na cabeça.
Quem viver, verá.

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