Por Altamiro Borges
O governo Evo Morales confirmou ontem que ingressará com dois processos judiciais no Brasil contra a revista Veja.
Em junho último, a publicação da famiglia Civita, que mais parece uma filial da terrorista CIA, publicou “reporcagem” intitulada “Bolívia: a república da cocaína”, em que acusava o ministro boliviano Juan Ramón Quintana de “conexão direta” com o narcotráfico.
Numa ação, o Estado acusará a Veja por ofender a dignidade da nação vizinha.
Na segunda, o próprio Quintana acusará a revista por calúnia e difamação.
“Esperamos que o nosso embaixador, Jerjes Justiniano, possa avançar com esse processo com a ajuda de advogados que contratamos no Brasil”, informa Quintana.
Designado em julho como novo embaixador da Bolívia no Brasil, primeira tarefa de Justiniano foi pedir à direção do Grupo Abril, que edita a repugnante revista, a “retificação” da reportagem mentirosa.
Mas a tentativa de contornar o caso através do diálogo não prosperou.
Os chefões da Veja não publicaram os esclarecimentos da embaixada ou sequer uma errata.
Prova da sua postura autoritária, a revista ainda acusou o governo Evo Morales de tentar censurar a mídia brasileira.
“Não satisfeitos em reprimir a imprensa em seu próprio território, os governos bolivarianos começam a mostrar suas garras contra a liberdade de expressão até em países vizinhos”, atacou a Veja no seu sítio, em 11 de julho.
A atitude arrogante da revista confirma que o país vizinho está certo em acionar a Justiça.
Não dá para ficar quieto diante destes descalabros, que afrontam a verdadeira liberdade de expressão.
O governo Evo Morales confirmou ontem que ingressará com dois processos judiciais no Brasil contra a revista Veja.
Em junho último, a publicação da famiglia Civita, que mais parece uma filial da terrorista CIA, publicou “reporcagem” intitulada “Bolívia: a república da cocaína”, em que acusava o ministro boliviano Juan Ramón Quintana de “conexão direta” com o narcotráfico.
Numa ação, o Estado acusará a Veja por ofender a dignidade da nação vizinha.
Na segunda, o próprio Quintana acusará a revista por calúnia e difamação.
“Esperamos que o nosso embaixador, Jerjes Justiniano, possa avançar com esse processo com a ajuda de advogados que contratamos no Brasil”, informa Quintana.
Designado em julho como novo embaixador da Bolívia no Brasil, primeira tarefa de Justiniano foi pedir à direção do Grupo Abril, que edita a repugnante revista, a “retificação” da reportagem mentirosa.
Mas a tentativa de contornar o caso através do diálogo não prosperou.
Os chefões da Veja não publicaram os esclarecimentos da embaixada ou sequer uma errata.
Prova da sua postura autoritária, a revista ainda acusou o governo Evo Morales de tentar censurar a mídia brasileira.
“Não satisfeitos em reprimir a imprensa em seu próprio território, os governos bolivarianos começam a mostrar suas garras contra a liberdade de expressão até em países vizinhos”, atacou a Veja no seu sítio, em 11 de julho.
A atitude arrogante da revista confirma que o país vizinho está certo em acionar a Justiça.
Não dá para ficar quieto diante destes descalabros, que afrontam a verdadeira liberdade de expressão.
Do Cutucando de Leve

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