Paulo Vieira de Souza prestou um inestimável serviço a Cerra.
Cerra e Paulo Preto à beira da estrada
Saiu na Folha (*) parte do depoimento de Paulo Vieira de Souza, também conhecido com Paulo Preto:
BRENO COSTA
FERNANDO MELLO
DE BRASÍLIA
Ex-diretor de engenharia da Dersa, a estatal paulista responsável por obras rodoviárias, Paulo Vieira de Souza, atacou, sem citar nomes, aqueles que qualificou como “ingratos”. Ele deu a entender estar se referindo a integrantes do PSDB. As declarações foram dadas em depoimento à CPI do Cachoeira, nesta quarta-feira (29).
“Eu pedi a Deus para ser convocado para essa CPI. Porque os incompetentes devem continuar com medo de mim. Aqui estou. Essa frase é para todos que foram ingratos. Eu fui demitido oito dias após entregar uma das maiores obras desse país [o trecho sul do Rodoanel]“, disse.
Paulo Preto, como é conhecido, foi nomeado diretor de engenharia da Dersa em 2007, no governo José Serra (PSDB). Sua saída ocorreu em 2010, já sob a gestão de Alberto Goldman, ex-vice de Serra, que renunciou ao cargo para disputar a Presidência da República.
Souza, que afirmou considerar pejorativo o apelido pelo qual é conhecido, negou irregularidades sob sua gestão. Leu seu currículo, com passagens por diversos órgãos públicos e empresas privadas. Disse que nunca foi filiado a partidos políticos, “porque nunca quis misturar com a minha atividade”.
(…)
O depoente confirmou a autenticidade da frase “não se abandona um líder na beira da estrada”.
Mas, aparentemete, ele se referia a tucanos “ingratos”.
Quanto a uma ida à Cachoeira com o Cerra, não serão esses inquisidores da CPI que os afogarão.
Paulo Vieira de Souza prestou um inestimável serviço a Cerra.
Cerra permanece inimputável.
Até quando ?
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é
um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões.
Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de
condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”;
da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”,
porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e
depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos
anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos
torturadores.


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