O
ex-ministro Fernando Haddad, candidato à prefeitura pelo PT, também já
havia mencionado esse fato gravíssimo que acontece na cidade de São
Paulo, não apenas na administração atual do prefeito Gilberto Kassab,
mas há vários anos.
Muitos paulistanos se lembram: a ex-prefeita Marta Suplicy, tão criticada e até ridicularizada por parte da mídia, enfrentou corajosamente a máfia dos transportes, andando até de colete à prova de balas por muito tempo.
Giannazi diz que gestão de Kassab é controlada por "máfias"
Candidato do PSOL também criticou proposta de Bilhete Único mensal de Haddad e defendeu "Bilhete 24 horas"
"Em
São Paulo, existe a máfia do lixo, do transporte público, da
especulação imobiliária, do serviço funerário", afirmou Giannazi, que
prometeu criar uma "força-tarefa contra o comitê da corrupção", caso for
eleito.
Na área de transporte, Giannazi declarou que pretende investir no transporte público de massa e prometeu a construção de mais corredores de ônibus e incentivar o uso de bicicleta.
Giannazi comentou a proposta de Bilhete Único mensal de Fernando Haddad (PT) e disse que é um projeto que sai caro ao usuário porque custaria R$ 150 por mês. O candidato propôs um Bilhete único 24 horas, que custaria R$ 90 reais mensal.
Quando questionado sobre o pedágio urbano, o candidato do PSOL disse ser totalmente contra: "É uma atitude criminosa instalar pedágio urbano em São Paulo".
Para a saúde, Giannazi prometeu construir no mínimo três hospitais na cidade e disse que vai revisar as privatizações no setor.
O candidato falou que se não for para o 2ª turno, não irá apoiar nenhum candidato, porque todos estão comprometidos com a lógica de administração autoritária e não-democrática. Segundo Giannazi, os postulantes à prefeitura estão ligados às grandes empreiteiras, que financiam suas campanhas.
"Ninguém
tem coragem de revelar seu financiamento de campanha. O Serra vai
gastar R$ 90 milhões". Giannazi afirmou que sua campanha gastará no
máximo R$ 700 mil reais, conforme foi declarado ao TRE.
Muitos paulistanos se lembram: a ex-prefeita Marta Suplicy, tão criticada e até ridicularizada por parte da mídia, enfrentou corajosamente a máfia dos transportes, andando até de colete à prova de balas por muito tempo.
Giannazi diz que gestão de Kassab é controlada por "máfias"
Cristiane Salgado Nunes
O
candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Carlos Giannazi, em
entrevista ao "Estado", nesta quinta-feira, 16, apresentou suas
propostas na área de transporte e saúde, e atacou a gestão atual do
prefeito Gilberto Kassab (PSD), que seria controlada por "máfias".
Marcio Fernandes/AE
Carlos Giannazi durante entrevista para a TV Estadão.
Na área de transporte, Giannazi declarou que pretende investir no transporte público de massa e prometeu a construção de mais corredores de ônibus e incentivar o uso de bicicleta.
Giannazi comentou a proposta de Bilhete Único mensal de Fernando Haddad (PT) e disse que é um projeto que sai caro ao usuário porque custaria R$ 150 por mês. O candidato propôs um Bilhete único 24 horas, que custaria R$ 90 reais mensal.
Quando questionado sobre o pedágio urbano, o candidato do PSOL disse ser totalmente contra: "É uma atitude criminosa instalar pedágio urbano em São Paulo".
Para a saúde, Giannazi prometeu construir no mínimo três hospitais na cidade e disse que vai revisar as privatizações no setor.
O candidato falou que se não for para o 2ª turno, não irá apoiar nenhum candidato, porque todos estão comprometidos com a lógica de administração autoritária e não-democrática. Segundo Giannazi, os postulantes à prefeitura estão ligados às grandes empreiteiras, que financiam suas campanhas.
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