
Manifestantes protestam em frente ao jornal paraguaio ABC
Assunção,
8 ago (Prensa Latina) Manifestantes de organizações de esquerda
protestaram em frente ao jornal paraguaio ABC, ao qual acusaram de
golpista, durante uma recepção efetuada no lugar com motivo do
aniversário desse meio de difusão.
Os manifestantes se reuniram em frente à entrada principal do jornal com cartazes e faixas que recusavam o governo do presidente Federico Franco, surgido depois da destituição do presidente constitucional Fernando Lugo, e contra o respaldo que recebe do ABC.
A informação do jornal apontou que os maiores incidentes foram enquanto eram retirados o chanceler José Fernández, o articulista Enrique Várgas, o presidente do Congresso, Jorge Oviedo; o ministro do Interior, Carmelo Caballero; e o dirigente do Partido Colorado, Horacio Cartes.
Escoltados pela polícia, Fernández e Vargas precisaram buscar refúgio em uma casa da região, enquanto Carter precisou entrar rapidamente no automóvel blindado de sua propriedade.
Segundo ABC, o chanceler Fernández foi perseguido por mais de uma quadra pelos manifestantes, quem, assim como os demais servidores públicos assediados, foi acusado de apoio a um governo qualificado de golpista.
A polícia necessitou colocar um forte cordão de agentes antimotins em frente ao prédio do jornal para evitar incidentes maiores, mas o protesto teve uma duração de mais de duas horas.
Os manifestantes se reuniram em frente à entrada principal do jornal com cartazes e faixas que recusavam o governo do presidente Federico Franco, surgido depois da destituição do presidente constitucional Fernando Lugo, e contra o respaldo que recebe do ABC.
A informação do jornal apontou que os maiores incidentes foram enquanto eram retirados o chanceler José Fernández, o articulista Enrique Várgas, o presidente do Congresso, Jorge Oviedo; o ministro do Interior, Carmelo Caballero; e o dirigente do Partido Colorado, Horacio Cartes.
Escoltados pela polícia, Fernández e Vargas precisaram buscar refúgio em uma casa da região, enquanto Carter precisou entrar rapidamente no automóvel blindado de sua propriedade.
Segundo ABC, o chanceler Fernández foi perseguido por mais de uma quadra pelos manifestantes, quem, assim como os demais servidores públicos assediados, foi acusado de apoio a um governo qualificado de golpista.
A polícia necessitou colocar um forte cordão de agentes antimotins em frente ao prédio do jornal para evitar incidentes maiores, mas o protesto teve uma duração de mais de duas horas.
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