O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu nesta quarta-feira reduzir a Selic para 8,5% por cento ao ano. É o menor patamar da história. Até então, o menor nível alcançado pela taxa era de 8,75%.
"O Copom considera que, neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação. O Comitê nota ainda que, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária", afirmou o Copom, repetindo o mesmo teor do comunicado da reunião anterior.
Poupança
O rendimento das cadernetas passará a ser de 6,17% ao ano. No acumulado dos últimos 12 meses, depósitos renderam 6,67%.
Isso quer dizer que, em uma caderneta com R$ 1 mil sob as novas regras, o rendimento em um ano será R$ 61,70 (R$ 5,00 menor quando comparada com a antiga regra). Mas ninguém precisa ficar triste com isso, por dois motivos:
Primeiro porque o número não é tão significante assim, a ponto de desestimular aplicações na poupança. E ninguém ficará mais pobre por causa disto.
Em segundo lugar, há uma compensação vantajosa. Com os efeitos da queda de juros sobre toda a economia produtiva, em breve, o poder aquisitivo do saldo na poupança poderá comprar mais coisas, já que toda empresa tem os custos financeiros embutidos no custo e, também, tem nas taxas de juros a referência para o lucro mínimo esperado. Logo, quando menor os juros, menores serão os preços dos produtos em geral.
"O Copom considera que, neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação. O Comitê nota ainda que, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária", afirmou o Copom, repetindo o mesmo teor do comunicado da reunião anterior.
Poupança
O rendimento das cadernetas passará a ser de 6,17% ao ano. No acumulado dos últimos 12 meses, depósitos renderam 6,67%.
Isso quer dizer que, em uma caderneta com R$ 1 mil sob as novas regras, o rendimento em um ano será R$ 61,70 (R$ 5,00 menor quando comparada com a antiga regra). Mas ninguém precisa ficar triste com isso, por dois motivos:
Primeiro porque o número não é tão significante assim, a ponto de desestimular aplicações na poupança. E ninguém ficará mais pobre por causa disto.
Em segundo lugar, há uma compensação vantajosa. Com os efeitos da queda de juros sobre toda a economia produtiva, em breve, o poder aquisitivo do saldo na poupança poderá comprar mais coisas, já que toda empresa tem os custos financeiros embutidos no custo e, também, tem nas taxas de juros a referência para o lucro mínimo esperado. Logo, quando menor os juros, menores serão os preços dos produtos em geral.
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