Com informações de Os amigos do presidente Lula e Advivo
Na noite de quinta-feira, dia 4, a sede e as sete subsedes do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, filiado a CUT, foi invadido por oficiais de justiça, acompanhados de viaturas policiais, com ordem de arrombamento – se necessário – para buscar e aprender material relacionado a campanha eleitoral, inclusive com ordem de retirada do site o posicionamento político da entidade frente às eleições municipais.
O Sindicato dos Bancários, historicamente, sempre manifestou a posição majoritária de sua direção em seus informativos, como uma forma de orientar a categoria bancária em relação ao posicionamento político de sua direção em eleição de todos os níveis. Foi assim em todas as eleições disputadas por Lula e em todas as eleições para prefeitura e governo do estado desde a retomada do Sindicato para o campo do sindicalismo combativo no final da década de 1970.
Pedido de Serra
Os oficiais de Justiça, acompanhado de policiais, invadiram as sete sedes regionais do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Com autorização inclusive para arrombar portas e armários, eles abriram gavetas, vasculharam arquivos, atrás de supostos materiais de campanha contra Serra.
O pedido foi feito pela Coligação Avança São Paulo, de Serra. A ordem inicial era a de recolher a Folha Bancária que, segundo denúncias, traria material de propaganda eleitoral.
Em toda eleição, o Sindicato reserva a última edição, antes da votação, para externar a posição política da diretoria. Foi a isso que se aferrou o grupo de Serra.
Privataria tucana e ditadura militar
Vale lembrar que nem mesmo no período da ditadura militar o sindicato foi invadido com acompanhamento policial e ordem de arrombamento. A justiça brasileira passa por um processo de necessária reflexão. Perplexa, a população brasileira acompanha o caso da Ação Penal 470, que faz um julgamento político, sem base nos autos do processo, que é um princípio jurídico básico, fazendo a votação coincidir com as eleições municipais e passando na frente de dezenas de outros processos mais antigos, como o mensalão do PSDB, onde está envolvido o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, à época, presidente nacional do PSDB.
Foi possível acompanhar também a forma truculenta como o Judiciário – em conjunto com a PM paulista – no caso do massacre de Pinheirinho. O caso Bancoop é outro que aparece nos anos pares (anos eleitorais) assim como o procurador José Carlos Blat, que também só aparece nos anos eleitorais, sempre procurando crucificar o PT.
Esta mesma justiça não mantém o mesmo rigor para investigar as denúncias que o livro A privataria tucana, do jornalismo Amaury Ribeiro Jr., apresenta, recheado de documentos, a lavagem de dinheiro que foi o processo de privatização das estatais e que figuras notórias, como José Serra, sua filha Verônica e outras personalidades do governo Fernando Henrique aparecem envolvidos, ou o caso Aston, Paulo Preto e tantos outros que a justiça não investiga.
A invasão do Sindicato dos Bancários mostra que a justiça chegou ao fundo do poço e fica difícil tentar justificar qualquer imparcialidade neste episódio que – vale a pena lembrar novamente – não ocorreu nem mesmo durante o período mais truculento da ditadura militar.
Leia também:
São Paulo: Folha Bancária é censurada pela coligação tucana
Do Limpinho e Cheiroso
Nota deste Blogueiro: Eis que bate o desespero no Vampiro Serra e no Tá Ru$$o Manno.
Toda essa truculência mostra que eles sabem o resultado da eleição de domingo próximo.
A onda vermelha vai dar uma lavada eleitoral contrariando as pesquisas manipuladas do Data Falha Tucana.
Haddad caminha rumo à Vitória, contra o PIG (Partido da Imprensa Golpista), os Tucanos ( Mal gestores da maior cidade do Brasil), e os mercadores da fé( Igreja Universal do Reino de Deus)!!!
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