Uma grande mobilização petista movimentou o centro de São Paulo no
início da tarde desta sexta-feira. Manifestantes caminharam da Praça da
República até a Praça da Sé, onde o ex-presidente Luiz Lula aguardava
para fazer um pronunciamento.
Lula aproveitou o momento para fazer recomendações lembrando o
episódio da bolinha de papel nas eleições presidenciais de 2010, o
ex-presidente pediu tranquilidade aos petistas para evitar algo
semelhante desta vez. "A gente não pode, nesses últimos dias, aceitar
nenhuma provocação. Muito cuidado.(veja o vídeo)
A gente tem que estar de cara muito boa, muito alegre, se for andar
pelas ruas. Mas sem aceitar nenhuma provocação de ninguém", disse Lula
no início do discurso.
Lula se referia ao fato ocorrido durante a campanha presidencial de
2010, no qual Serra, durante uma caminhada, foi atingido por uma bolinha
de papel e se dirigiu ao hospital e depois usou as cenas no horario
eleitoral para se fazer de vítima. Um vídeo exibido no SBT mostrou que
tratava-se de uma bolinha de papel.
"Sabemos que tem um candidato aí que, há dois anos, levou uma bolinha de
papel na cabeça e tentou culpar o PT.
Por favor, nada de bolinha de papel. Nada de brincar de bolinha de
papel, de isopor, nada. Nada, Aliás, nem bolinha de sabão agora pode
fazer. Ele é frágil. Qualquer coisa o machuca", discursou o
ex-presidente enquanto gritavam "olê, olê, olê, olá. Lula, Lula".
Como os candidatos são proibidos de fazer discursos até domingo, Haddad,
juntamente com sua candidata vice, Nádia Campeão (PCdoB), apenas
acompanhou o presidente.
Lula ainda fez um apelo à militância petista em virtude da situação da
eleição da capital, que definiu como "muito delicada porque há um
embolamento" e pediu aos petistas para "conversar com as pessoas cada
vez mais e não esconder as bandeiras e camisetas".Em pouco mais de uma
hora, a caminhada do PT pelo centro da São Paulo ocorreu minutos depois
de Haddad também percorrer o Brás por mais de duas horas.
Em frente ao Teatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, petistas e tucanos, estes mobilizados por José Serra, se encontraram. Apesar de um natural clima de tensão, seguranças dos partidos e a própria Polícia Militar formaram um cordão de isolamento e os dois grupos, de PT e PSDB, tomaram caminhos distintos.
Em frente ao Teatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, petistas e tucanos, estes mobilizados por José Serra, se encontraram. Apesar de um natural clima de tensão, seguranças dos partidos e a própria Polícia Militar formaram um cordão de isolamento e os dois grupos, de PT e PSDB, tomaram caminhos distintos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
”Sendo este um espaço democrático, os comentários aqui postados são de total responsabilidade dos seus emitentes, não representando necessariamente a opinião de seus editores. Nós, nos reservamos o direito de, dentro das limitações de tempo, resumir ou deletar os comentários que tiverem conteúdo contrário às normas éticas deste blog. Não será tolerado Insulto, difamação ou ataques pessoais. Os editores não se responsabilizam pelo conteúdo dos comentários dos leitores, mas adverte que, textos ofensivos à quem quer que seja, ou que contenham agressão, discriminação, palavrões, ou que de alguma forma incitem a violência, ou transgridam leis e normas vigentes no Brasil, serão excluídos.”